miércoles, 21 de noviembre de 2012
ZOOMBIE RITUAL-RIO NEGRINHO SC 2012 BRASIL
jueves, 7 de junio de 2012
lunes, 4 de junio de 2012
POLICIA MILITAR INVADE MORADIA ESTUDIANTIL....NOTA DE ESCLARECIMIENTO
Nota de esclarecimento.
Após as mais diversas versões apresentadas pela imprensa local, nós estudantes da UNILA e moradores da residência invadida, apresentamos nossa versão dos fatos.
Repúdio
Manifestamos primeiramente e com veemência nosso repúdio ao abuso policial praticado na noite de domingo, 3 de junho, na moradia "Quebrada do Guevara", onde encontram-se vivendo cerca de sessenta estudantes da Unila, dos quais cerca de vinte e cinco encontravam-se reunidos na área comum da moradia na hora da invasão.
Sob alegação de flagrante ao descumprimento da lei do silêncio, policiais militares invadiram a moradia estudantil. Tal alegação foi imediatamente desmentida pelos vizinhos que disseram nunca ter ouvido um ruído na moradia e que apenas perceberam o ocorrido devido aos disparos efetuados pelos policiais. Essa informação se confirma quando verificado o equipamento de som usado na ocasião do encontro dos estudantes. Tratava-se de duas caixas de som de computador, ligadas num celular, cujo som tocara no interior da moradia.
Diante da resistência de que apenas um representante tivesse que acompanhar um grupo de militares em duas viaturas, os policiais disseram que dariam voz de prisão a quem eles escolhessem. A reação pacífica dos estudantes se deu mediante a exigência de que todos fossem à delegacia para a segurança individual e coletiva do grupo.
Dessa forma estabeleceu-se um impasse e os policiais iniciaram uma agressão indiscriminada. Os estudantes foram espancados. A ausência de policial feminina não impediu que mulheres fossem abordadas, e se não bastasse tal violação, a mesma se deu com excessiva violência. Indefesas, meninas foram arrastadas e golpeadas de cassetete. Num ato de delinqüência de um dos policiais, uma jovem foi chutada várias vezes quando se encontrava deitada cercada por estilhaços de vidro da porta que havia sido estourada. Três disparos foram efetuados, causando pânico entre os estudantes. Muitos ficaram feridos. Oito foram detidos, dentre eles, três brasileiros e cinco estrangeiros.
Relatos
Não bastasse a violência no interior da moradia, os estudantes detidos e feridos, foram ameaçados e intimidados em razão de serem supostamente de esquerda. Um deles foi questionado por estar com uma camiseta do Che Guevara, que na opinião do policial o qualificava de baderneiro.
Outro estudante foi alvo de piada de um policial, que perguntou: e agora, seu namorado vai te tirar daqui? - questionando a opção sexual do estudante. Em ambos os casos eram estrangeiros. Outro, ao se declarar venezuelano sofreu insultos ao ser chamado de ditador. Um equatoriano, ao se declarar estudante de sociologia foi insultado aos gritos pelo policial que berrava: Marxista! Marxista!
Aos estrangeiros, os policiais diziam que seriam enviados embora para seus países e em tom ameaçador diziam que a partir de agora eles estavam conhecendo com quem eles estavam lidando. Seguindo as ameaças, os policiais diziam que se encontrariam a sós com cada um deles.
Uma uruguaia, única mulher detida entre os oito, mesmo já machucada também não foi poupada da violência dentro da delegacia. Tratada à base de empurrões e sendo ameaçada através de gestos que simulavam golpes de socos, ela foi reprimida e em nenhum momento foi abordada por uma policial feminina.
Sobre a violência em Foz
Foz do Iguaçu se destaca como a cidade onde se concentra o maior índice de mortes entre jovens. Em 2009, o índice de morte por homicídio na adolescência era de 9,7 para cada grupo de mil, quase cinco vezes superior ao índice nacional, quando era de 2,03 p/ mil.
Em 2010, o Laboratório de Análise da Violência da UERJ, no Rio, a pedido do governo federal, divulgou lista das cidades com maior número de homicídios envolvendo jovens no Brasil. Novamente, Foz do Iguaçu liderou a lista, com 526 mortes de adolescentes, 11,8 para cada grupo de mil. Esse índice equivale a mais de 3 jovens mortos em relação a segunda colocada, a cidade de Cariacica, no ES, com 8,2 jovens mortos para cada mil.
Embora não haja dados precisos, sabe-se que um percentual significativo dessas mortes atribui-se à disparos de armas de fogo cometidos por policiais militares
O Conselho de Direitos Humanos da ONU sugeriu este mês de maio que a Polícia Militar seja abolida no Brasil. A sugestão faz parte de uma sabatina com 170 recomendações da comunidade internacional acerca da situação dos direitos humanos no país. A idéia foi apresentada pela Dinamarca que acusou a Polícia Militar brasileira de cometer execuções sumárias e violações.
Entre os dias, 20 e 22 de maio deste ano, Foz do Iguaçu sediou o Seminário Estadual da campanha contra a violência e extermínio de jovens. Isso demonstra o esforço da sociedade civil em lidar com este problema, e mais do que isso, revela a vocação de Foz do Iguaçu para o enfrentamento generoso dessa questão que aflige nossa sociedade e especialmente nossos jovens.
Queremos justiça
Diante da violência empreendida na invasão a uma moradia estudantil pertencente à uma instituição federal por policiais militares; dos sucessivos insultos e ameaças em razão de etnia, opção sexual e preferência ideológica; diante da violação dos direitos à proteção da mulher e do direito à defesa por parte de todos os envolvidos; diante da mentira alegada de que houve flagrante de perturbação à ordem pública, pois não havia equipamentos sonoros que ultrapassassem o limite tolerável de decibéis; diante da ausência de delegado, escrivão e advogado de defesa no procedimento na delegacia, cujos depoimentos foram dados sob tortura psicológica e violência física e diante das graves conseqüências geradas em razão de processo jurídico que sofrerão os estudantes envolvidos no caso, exigimos a punição dos policiais envolvidos na invasão e a anulação de todos os atos que constituem este processo que incriminam nossos companheiros.
Declaramos que nossa luta não se encerra com a anulação desses atos. Embora recém chegados, estamos inseridos neste contexto e dispostos a partilhar nossos sonhos com a comunidade de Foz do Iguaçu. A convivência pacífica e generosa entre os povos é a tradição simbólica que qualifica esta cidade como a principal desta fronteira, que unida pela ponte da Amizade e banhada pela beleza das cataratas constitui uma das regiões mais belas e pacíficas do mundo. Estamos aqui porque fazemos parte de um projeto que visa fortalecer os laços que unem estes povos. Somos os primeiros filhos dessas jovens democracias que começam a florescer na América Latina. Nossos pais nasceram antes dessas democracias e nos ensinaram a abominar a ditadura.
O que aconteceu com os estudantes da "Quebrada do Guevara" foi a reedição de cenas vividas nessas ditaduras, e tendo os policiais agido com os mesmos métodos e os mesmos insultos de décadas atrás, reiteramos nosso repúdio à essa ação criminosa praticada por delinqüentes fardados contra estudantes indefesos.
*Assinam esta carta representantes dos residentes da moradia estudantil "Quebrada do Guevara"
http://www.quebradadoguevara.blogspot.com.br/2012/06/nota-de-esclarecimento.html
Após as mais diversas versões apresentadas pela imprensa local, nós estudantes da UNILA e moradores da residência invadida, apresentamos nossa versão dos fatos.
Repúdio
Manifestamos primeiramente e com veemência nosso repúdio ao abuso policial praticado na noite de domingo, 3 de junho, na moradia "Quebrada do Guevara", onde encontram-se vivendo cerca de sessenta estudantes da Unila, dos quais cerca de vinte e cinco encontravam-se reunidos na área comum da moradia na hora da invasão.
Sob alegação de flagrante ao descumprimento da lei do silêncio, policiais militares invadiram a moradia estudantil. Tal alegação foi imediatamente desmentida pelos vizinhos que disseram nunca ter ouvido um ruído na moradia e que apenas perceberam o ocorrido devido aos disparos efetuados pelos policiais. Essa informação se confirma quando verificado o equipamento de som usado na ocasião do encontro dos estudantes. Tratava-se de duas caixas de som de computador, ligadas num celular, cujo som tocara no interior da moradia.
Diante da resistência de que apenas um representante tivesse que acompanhar um grupo de militares em duas viaturas, os policiais disseram que dariam voz de prisão a quem eles escolhessem. A reação pacífica dos estudantes se deu mediante a exigência de que todos fossem à delegacia para a segurança individual e coletiva do grupo.
Dessa forma estabeleceu-se um impasse e os policiais iniciaram uma agressão indiscriminada. Os estudantes foram espancados. A ausência de policial feminina não impediu que mulheres fossem abordadas, e se não bastasse tal violação, a mesma se deu com excessiva violência. Indefesas, meninas foram arrastadas e golpeadas de cassetete. Num ato de delinqüência de um dos policiais, uma jovem foi chutada várias vezes quando se encontrava deitada cercada por estilhaços de vidro da porta que havia sido estourada. Três disparos foram efetuados, causando pânico entre os estudantes. Muitos ficaram feridos. Oito foram detidos, dentre eles, três brasileiros e cinco estrangeiros.
Relatos
Não bastasse a violência no interior da moradia, os estudantes detidos e feridos, foram ameaçados e intimidados em razão de serem supostamente de esquerda. Um deles foi questionado por estar com uma camiseta do Che Guevara, que na opinião do policial o qualificava de baderneiro.
Outro estudante foi alvo de piada de um policial, que perguntou: e agora, seu namorado vai te tirar daqui? - questionando a opção sexual do estudante. Em ambos os casos eram estrangeiros. Outro, ao se declarar venezuelano sofreu insultos ao ser chamado de ditador. Um equatoriano, ao se declarar estudante de sociologia foi insultado aos gritos pelo policial que berrava: Marxista! Marxista!
Aos estrangeiros, os policiais diziam que seriam enviados embora para seus países e em tom ameaçador diziam que a partir de agora eles estavam conhecendo com quem eles estavam lidando. Seguindo as ameaças, os policiais diziam que se encontrariam a sós com cada um deles.
Uma uruguaia, única mulher detida entre os oito, mesmo já machucada também não foi poupada da violência dentro da delegacia. Tratada à base de empurrões e sendo ameaçada através de gestos que simulavam golpes de socos, ela foi reprimida e em nenhum momento foi abordada por uma policial feminina.
Sobre a violência em Foz
Foz do Iguaçu se destaca como a cidade onde se concentra o maior índice de mortes entre jovens. Em 2009, o índice de morte por homicídio na adolescência era de 9,7 para cada grupo de mil, quase cinco vezes superior ao índice nacional, quando era de 2,03 p/ mil.
Em 2010, o Laboratório de Análise da Violência da UERJ, no Rio, a pedido do governo federal, divulgou lista das cidades com maior número de homicídios envolvendo jovens no Brasil. Novamente, Foz do Iguaçu liderou a lista, com 526 mortes de adolescentes, 11,8 para cada grupo de mil. Esse índice equivale a mais de 3 jovens mortos em relação a segunda colocada, a cidade de Cariacica, no ES, com 8,2 jovens mortos para cada mil.
Embora não haja dados precisos, sabe-se que um percentual significativo dessas mortes atribui-se à disparos de armas de fogo cometidos por policiais militares
O Conselho de Direitos Humanos da ONU sugeriu este mês de maio que a Polícia Militar seja abolida no Brasil. A sugestão faz parte de uma sabatina com 170 recomendações da comunidade internacional acerca da situação dos direitos humanos no país. A idéia foi apresentada pela Dinamarca que acusou a Polícia Militar brasileira de cometer execuções sumárias e violações.
Entre os dias, 20 e 22 de maio deste ano, Foz do Iguaçu sediou o Seminário Estadual da campanha contra a violência e extermínio de jovens. Isso demonstra o esforço da sociedade civil em lidar com este problema, e mais do que isso, revela a vocação de Foz do Iguaçu para o enfrentamento generoso dessa questão que aflige nossa sociedade e especialmente nossos jovens.
Queremos justiça
Diante da violência empreendida na invasão a uma moradia estudantil pertencente à uma instituição federal por policiais militares; dos sucessivos insultos e ameaças em razão de etnia, opção sexual e preferência ideológica; diante da violação dos direitos à proteção da mulher e do direito à defesa por parte de todos os envolvidos; diante da mentira alegada de que houve flagrante de perturbação à ordem pública, pois não havia equipamentos sonoros que ultrapassassem o limite tolerável de decibéis; diante da ausência de delegado, escrivão e advogado de defesa no procedimento na delegacia, cujos depoimentos foram dados sob tortura psicológica e violência física e diante das graves conseqüências geradas em razão de processo jurídico que sofrerão os estudantes envolvidos no caso, exigimos a punição dos policiais envolvidos na invasão e a anulação de todos os atos que constituem este processo que incriminam nossos companheiros.
Declaramos que nossa luta não se encerra com a anulação desses atos. Embora recém chegados, estamos inseridos neste contexto e dispostos a partilhar nossos sonhos com a comunidade de Foz do Iguaçu. A convivência pacífica e generosa entre os povos é a tradição simbólica que qualifica esta cidade como a principal desta fronteira, que unida pela ponte da Amizade e banhada pela beleza das cataratas constitui uma das regiões mais belas e pacíficas do mundo. Estamos aqui porque fazemos parte de um projeto que visa fortalecer os laços que unem estes povos. Somos os primeiros filhos dessas jovens democracias que começam a florescer na América Latina. Nossos pais nasceram antes dessas democracias e nos ensinaram a abominar a ditadura.
O que aconteceu com os estudantes da "Quebrada do Guevara" foi a reedição de cenas vividas nessas ditaduras, e tendo os policiais agido com os mesmos métodos e os mesmos insultos de décadas atrás, reiteramos nosso repúdio à essa ação criminosa praticada por delinqüentes fardados contra estudantes indefesos.
*Assinam esta carta representantes dos residentes da moradia estudantil "Quebrada do Guevara"
http://www.quebradadoguevara.blogspot.com.br/2012/06/nota-de-esclarecimento.html
jueves, 26 de abril de 2012
MARCHA 1 DE MAYO
El Movimiento Vientos del
Pueblo, la
organización cultural Voces de Libertad, la Brigada Obrera
Revolucionaria, y la Asociación de Centros Culturales Arte y Libertad,
te invitamos
a participar en la marcha que se realizará el martes 1º de Mayo. Hacemos
un llamado a todos los compañeros obreros, campesinos, estudiantes,
profesionales, vendedores ambulantes, artistas y demás, a que se sumen a
esta jornada de lucha. Unámonos en la protesta contra el gobierno
burgués de Correa y estos cinco años de farsa politiquera, saqueo
imperialista, criminalización, despidos, cooptación, flexibilización
laboral y explotación. También llamamos a manifestarnos en contra de la
utilización de esta fecha por parte del reformismo y el gobierno para
hacer su campaña electorera puesto que las elecciones burguesas ya se
acercan. Llamamos a que este 1ro de Mayo sea una jornada de lucha, que
defienda la independencia de clase y defina una posición clasista y
consecuente con los intereses de las clases y sectores explotados del
país. Por el desarrollo de una corriente revolucionaria nueva en nuestro
país.
Nuestro
lugar de concentración será en la Av. 10 de Agosto y Antonio Ante, junto
a la
parada Alameda del Trole Bus, sector Consejo Provincial y nos reuniremos
desde
las 8h00.Partiremos con una murga artística llena de banderas, consignas
y mucha lucha. A todos quienes quieran sumarse les esperamos.
Adjuntamos a continuación el afiche de la
convocatoria para el 1ro de Mayo y el comunicado de las cuatro
organizaciones.
Saludos combativos
EL
PRIMERO DE MAYO Y LA INDEPENDENCIA DE CLASE.
Ante la
crisis mundial del capitalismo y sus consecuencias para la humanidad
(desempleo, sobreexplotación, miseria, guerras, etc.) el proletariado
internacional retoma su papel revolucionario. Huelgas, manifestaciones,
boicots
estallan por todas partes.
El 1º de
mayo de 1886 es un grito de protesta contra el capitalismo. La
indignación de
los trabajadores crece cada vez que gobiernos burgueses como el de
Correa aplican
políticas anti-obreras para recortar derechos conquistados en jornadas
de
lucha, por ejemplo: supresión de los derechos de la contratación
colectiva; entorpecimiento
del ejercicio de la libertad de organización;
reducción o congelamiento de salarios; aumento de la jornada
laboral; y corporativismo[1].
En el
inicio
de una de las más grandes crisis del capitalismo, se desarrolla la
doctrina
denominada “socialismo del siglo XXI”, que ha hecho eco en América
Latina, y
tiene como característica el uso de discursos “revolucionarios” para
engañar a las
masas explotadas. Sin embargo, las relaciones de producción[2]
capitalistas:
La propiedad privada de los medios de producción[3]
continúa siendo el privilegio de capitalistas y terratenientes que se
enriquecen
a costa del trabajo ajeno, mientras el obrero y campesino apenas pueden
sobrevivir con un salario de miseria; aumenta el grado de explotación en
fábricas y el campo; miles de trabajadores mueren anualmente por las
condiciones de inseguridad en sus lugares de trabajo; campesinos
despojados de
sus tierras y arrojados a la migración en aras de la inauguración de la
época
minera a gran escala, cuyos réditos van a parar en los bolsillos de los
dueños
de grandes corporaciones transnacionales; miles de empleados y obreros
del
sector público en el desempleo; estudiantes relegados de la educación
pública
por la exigencia de igual rendimiento académico en jóvenes con
condiciones
económicas, sociales y culturales distintas mientras se conservan las
diferencias en la educación y cultura según las clases sociales; el
corporativismo,
como política de Estado, en los comités barriales, organizaciones
estudiantiles,
sindicales, culturales, etc. que acentúa la opresión mediante el
adoctrinamiento funcional a los gobiernistas e impartida en las
“Escuelas de
ciudadanía”, “Rondas de seguridad ciudadana”, “Centros de Desarrollo
Comunitario”,
escuelas y colegios, etc.
Las
ganancias que la burguesía –nacional e internacional- ha obtenido en
nuestro
país se han elevado considerablemente en estos cinco años de gobierno de
la
“revolución ciudadana” del “socialismos del siglo XXI”; el capital de
las empresas
trasnacionales sigue extrayendo la riqueza nacional del país. Ante
esto,
los partidos y movimientos reformistas autodenominados de “izquierda” o
“revolucionarios” han decidido seguir arrastrando a las clases
explotadas al
festín electoral, es decir; a la cola de la burguesía, atenuando el
descontento
de las clases explotadas al depositar las esperanzas de transformación
social
en la “democracia” burguesa. Utilizan como plataforma electoral las
fechas conmemorativas
de la lucha proletaria en contra del capitalismo, por ejemplo, el 8 de
Marzo, “Jornada
de Lucha para las Mujeres Trabajadoras de todo el Mundo”, o ahora el 1ro
de
Mayo. Como ya es costumbre entre ellos, después de apoyar a gobiernos
como el
de Borja, Gutiérrez, Correa, se pasan a
la oposición como estrategia para escalar posiciones dentro del Estado
burgués,
haciendo alarde de la trillada “democracia”. De esta manera garantizan
los
privilegios que la politiquería ecuatoriana les ofrece, mientras los
obreros,
campesinos y estudiantes se debaten en
medio del desempleo, el hambre, la explotación y opresión.
Éste
1º de
Mayo la consigna será: ¡Reivindicación del principio de independencia de
clase
del movimiento obrero ecuatoriano!; ¡Rechazo a las intenciones
corporativistas
del gobierno de Rafael Correa que pretende controlar las organizaciones
de
trabajadores para frenar la lucha social!; Rechazo a la acción del
reformismo
en las organizaciones sociales y su aprovechamiento de la lucha de las
masas
para hacer campaña electorera!.
Cuando recuperemos
la independencia de clase podremos construir un movimiento obrero
fuerte,
consciente y clasista que encabece la lucha revolucionaria,
conjuntamente con campesinos
pobres, estudiantes e intelectuales honestos, por la transformación de
la
sociedad, por la supresión de la explotación de obreros y campesinos,
por la socialización
de los instrumentos de trabajo, de la tierra, de tal manera que nos
permita
producir y satisfacer nuestras necesidades sin estar sometidos al yugo
del
salario, al desempleo y al hambre, es decir: la lucha por el Socialismo.
La
Asociación de Centros Culturales Arte y Libertad, Voces de
Libertad, Vientos del Pueblo y la Brigada
Obrera Revolucionaria saludan el 1º de Mayo de 1886 y reconocemos su
importancia en la lucha por la emancipación
de los trabajadores. Reivindicamos la independencia
de clase como principio rector del proletariado revolucionario y la lucha de clases como el motor de
desarrollo de la sociedad; rechazamos enfáticamente la injerencia del
Estado,
partidos y movimientos políticos reformistas, dirigentes oportunistas y
corruptos en las organizaciones obreras, campesinas, estudiantiles,
barriales y
culturales.
Invitamos a
los obreros, campesinos pobres, vendedores ambulantes, estudiantes, amas
de
casa y a todo aquel que tenga un interés honesto en la transformación de
la
sociedad a unirse a la lucha por la independencia de clase y a la
construcción
de un movimiento revolucionario capaz de hacer frente al gobierno en
nuestro
país.
Te invitamos
a participar en la manifestación que se realizará el martes 1º de Mayo.
Nuestro
lugar de concentración será en la Av. 10 de Agosto y Antonio Ante, junto
a la
parada Alameda del Trole Bus, sector Consejo Provincial y nos reuniremos
desde
las 8h00. Te esperamos, no faltes.
VIVA EL 1º
DE MAYO CLASISTA E INDEPENDIENTE
NO A LA FARSA
POLITIQUERA DEL GOBIERNO Y EL REFORMISMO QUE PRETENDEN EMBAUCAR A LOS
TRABAJADORES UNA VEZ MÁS AL CABARET ELECTORAL
POR UN MOVIMIENTO OBRERO QUE RETOME LAS
FORMAS DE LUCHA MÁS COMBATIVAS
INDEPENDENCIA DE CLASE COMO PRINCIPIO DE
CONSTRUCCIÓN ORGANIZATIVA
Firman:
Movimiento Vientos del Pueblo
Brigada Obrera Revolucionaria
Asociación de Centros Culturales Arte y
Libertad
Voces de Libertad
[1] Corporativismo:
Teoría política y social que intenta superar los conflictos de clase
mediante
la acción autoritaria del Estado y la constitución de organizaciones
afines a
sus de las diferentes categorías económicas.
[2] Relaciones de
producción: Relaciones que contraen los seres humanos en el proceso
productivo. determinadas por la relación de propiedad que éstos tienen
con los
medios de producción, es decir; entre propietarios de los medios de
producción
y los trabajadores.
[3] Medios de
producción: Objetos materiales que intervienen en el proceso de
trabajo
(máquinas industriales, tierra, herramientas y todo instrumento que
sirva para
la producción)
jueves, 19 de enero de 2012
cocha underground open air 2012
Etiquetas:
PUBLICACIONES
miércoles, 11 de enero de 2012
xentrix - for whose advantage?
domingo, 1 de enero de 2012
Resumen y testamento VP Fin de año ( (2011
Que el año que viene esté lleno de lucha y organización, por la condolidación de una corriente revolucionaria nueva en nuestro país...
Movimiento Vientos del Pueblo
La crisis capitalista y su reproducción particular en nuestro país
A continuación les presentamos el testamento realizado, como todos loa años, por Jaime Guevara. Esperando que el año que viene esté lleno de lucha y organización y que vayamos confluyendo en la creación de una corriente verdaderamente revolucionaria en nuestro país.
Movimiento Vientos del Pueblo
EL CAPITALISMO EN CRISIS Y UN MUNDO QUE ARDE
La crisis capitalista y su reproducción particular en nuestro país
El año que culmina se cierra en medio de una profunda crisis capitalista, que sin duda ha tenido efectos devastadores en todos los rincones del planeta. Tanto en los países imperialistas, como en las semi-colonias, los grandes monopolios, dirigidos por la oligarquía financiera, han instaurado una serie de reformas legales, políticas y económicas que siguen engordando las billeteras imperialistas, descargando el peso de la crisis en las espaldas de cientos de miles de obreros, campesinos, estudiantes y semi-proletarios, que vemos día a día como nuestras condiciones de vida se vuelven más apremiantes. Nuestro país no es la excepción,el gobierno de Correa, como fiel sirviente del imperialismo, continúa el ataque contra los sectores explotados en nuestro país. Han sido despedidos más de cuatro mil empleados públicos, mientras se alista la reforma al código del trabajo que pretende flexibilizar aún más las ya precarias condiciones laborales que se viven en el país, además de ir consolidando el proyecto de desaparecer la sindicalización para gozo de los empresarios. Se ha dado luz verde para que las mineras transnacionales ingresen con todo el auspicio del Estado a feriarse nuestros recursos naturales, devastando la tierra y expulsando a miles de campesinos que se oponen a esta actividad. Los estudiantes seguimos sufriendo la arremetida gobiernista que apunta a una educación meritócrata, tecnócrata y excluyente, que genere mano de obra barata y calificada para beneficio del imperialismo y la gran burguesía; además de romper con la autonomía universitaria, el co-gobierno y pretendiendo anular las ciencias sociales y el debate político en los centros universitarios. Los estudiantes secundarios viven la represión a bombazos y los maestros son controlados por el ministerio de educación. En los barrios el municipio, como punta de lanza de Alianza País, continúa promoviendo sus fracasados centros de desarrollo comunitario, como una lógica de cooptación e institucionalización de la organización popular. La criminalización de la lucha social se mantiene y agudiza con juicios por terrorismo y sabotaje. El alcalde de Quito se sigue beneficiando de los grandes negociados que deja la administración pública y todas las vías que pavimenta y vuelve a destrozar, además de los impuestos que encarecen la vida. Algo a lo que debemos prestarle mucha atención es a todo el proceso corporativo que ha venido implementando este gobierno desde que se encuentra en el poder, tratando de cooptar a sectores juveniles oportunistas, burocracias sindicales, partidos revisionistas, o dirigentes barriales con ansias de dinero; los casos del viejo Partido Comunista del Ecuador, diabluma, la Confederación de Trabajadores del Ecuador, la Confederación Sindical Ecuatoriana y demás, no son sino intentos fascistoides de influir en los sectores populares a través de estas organizaciones que parasitan mamando de la teta del estado burgués, y que no son para nada compañeros, sino enemigos de clase. Y no nos podemos olvidar de sus principales colaboradores de meses atrás como la Conaie y el MPD.
La respuesta en forma de lucha
Toda esta arremetida burguesa ha encontrado diversas respuestas. En las potencias europeas y en EEUU, la lucha de los trabajadores y los jóvenes ha convulsionado la sociedad, desde protestas pacíficas hasta huelgas violentas y marchas multitudinarias recuerdan a los burgueses la fragilidad de su poder temporal. En Asia el fuego comunista ilumina la India, donde las tropas revolucionarias llegan a controlar gran parte del territorio e incorporan decisivamente a las grandes masas campesinas y tribales, obreros y estudiantes, a la lucha contra el imperialismo; en Asia además se vive en carne propia los agotados modelos cacicales y el directo intervencionismo del imperialismo a través de la OTAN, lo que obliga a las masas a plantearse la necesidad de su organización independiente y con una línea verdaderamente revolucionaria, que deje atrás el reformismo burgués. En Latinoamérica los estudiantes chilenos comandaron una lucha muy importante contra la mercantilización de la educación; las comunidades campesinas se levantan contra los proyectos extractiviostas en Ecuador, Perú, Bolivia; los trabajadores buscan despertar del letargo en el que les ha sumido el reformismo y las burocracias sindicales. En África se vive la bestialidad imperialista de una manera brutal. Todas estas luchas nos demuestran la urgente necesidad de transformar la caduca sociedad en la que vivimos, y que esa lucha trascienda el mero reformismo -como en algunos casos citados ocurre- y se convierta en un planteamiento de construir otra sociedad, otro sistema: el socialismo como paso previo a la sociedad sin clases.
Un año más de organización y lucha para Vientos del Pueblo
El presente año para el Movimiento Vientos del Pueblo ha sido muy importante, tal vez el más importante desde nuestra conformación como organización, ya que a pesar del intento corporativo del gobierno y su ataque permanente a los sectores populares, nosotros desde nuestros frentes de lucha hemos continuado en un crecimiento contínuo tanto a nivel teórico como práctico. Siempre sustentados en los tres principios básicos de nuestra organización: independencia, auto-gestión y trabajo popular. Es así que a nivel barrial, cultural, estudiantil y obrero, nuestra acción continúa consolidándose a través de procesos organizativos que pretenden generar una corriente revolucionaria nueva, que de un salto cualitativo a las necesidades de luchan y organización en nuestro país.
En el plano barrial, el trabajo de varios años del movimiento ha dado resultados muy satisfactorios. Este año se conformó la Asociación de Centros Culturales Arte y Libertad, que agrupa a los Centros Culturales Arte y Libertad -independientes y autogestionados- presentes en siete barrios; además de la publicación de la revista LA CHISPA; y la realización de la Primera Asamblea y Segunda Integración de los CCAyL. Los Centros Culturales Arte y Libertad nacen a partir de la acción del Movimiento Vientos del Pueblo en los barrios populares de Quito, labor que inicia hace aproximadamente cinco años. Después de realizar durante algún tiempo varias actividades artísticas, políticas y sociales, el movimiento junto a los moradores del barrio y la gente que se involucró en dicho proceso, deciden crear los Centros Culturales Arte y Libertad, como espacios permanentes de construcción colectiva, conocimiento y lucha. Los Centros funcionan permanentemente, cada semana, y se realizan actividades que van desde talleres artísticos, cines callejeros, pregones, murgas, hasta conversatorios políticos.
En el plano estudiantil las labores de propaganda permanente se han asentado, especialmente en colegios a través del Quimbolotov y la organización de debates. En el sector universitario planteamos la constitución de un movimiento universitario nuevo, que rompa con el control, gobiernista y la mafia oportunista. Además se realizaron varias actividades de discusión; propaganda: pintas, stencils, periódicos murales, boletines; una campaña de trabajo popular voluntario; y un concierto en el hemiciclo de filosofía de la UCE que estuvo lleno y fue un evento político y cultural diferente.
En los sectores obreros las escuelas sindicales y las labores de propaganda y agitación han sido permanentes. Además de participar en el Primero de Mayo con una murga combativa llena de banderas y consignas. Se realizó tambien, en Chimbacalle, la primera edición del concierto: Noviembre Proletario, Un Grito Revolucionario, con excelentes resultados.
En el plano de comunicación este año lanzamos nuestra página web www.movimientovientosdelpueblo.org; y publicamos varias ediciones de ConCiencia Revolucionaria, Quimbolotov y Proletaria Voz. Además de más de 21 radios populares en los barrios de Quito y dos radios populares en Chillogallo.
En cuanto al debate se realizaron los foros sobre la educación como mercancía; la revolución rusa; y sobre el socialismo del siglo 21. Además de la lectura del testamento 2011 en la Casa de la Cultura Rebelde. Además se realizó la 2da Escuela Política Popular que generó importantes resultados en cuanto a debate y vinculación con la práctica social de los asistentes.
La respuesta en forma de lucha
Toda esta arremetida burguesa ha encontrado diversas respuestas. En las potencias europeas y en EEUU, la lucha de los trabajadores y los jóvenes ha convulsionado la sociedad, desde protestas pacíficas hasta huelgas violentas y marchas multitudinarias recuerdan a los burgueses la fragilidad de su poder temporal. En Asia el fuego comunista ilumina la India, donde las tropas revolucionarias llegan a controlar gran parte del territorio e incorporan decisivamente a las grandes masas campesinas y tribales, obreros y estudiantes, a la lucha contra el imperialismo; en Asia además se vive en carne propia los agotados modelos cacicales y el directo intervencionismo del imperialismo a través de la OTAN, lo que obliga a las masas a plantearse la necesidad de su organización independiente y con una línea verdaderamente revolucionaria, que deje atrás el reformismo burgués. En Latinoamérica los estudiantes chilenos comandaron una lucha muy importante contra la mercantilización de la educación; las comunidades campesinas se levantan contra los proyectos extractiviostas en Ecuador, Perú, Bolivia; los trabajadores buscan despertar del letargo en el que les ha sumido el reformismo y las burocracias sindicales. En África se vive la bestialidad imperialista de una manera brutal. Todas estas luchas nos demuestran la urgente necesidad de transformar la caduca sociedad en la que vivimos, y que esa lucha trascienda el mero reformismo -como en algunos casos citados ocurre- y se convierta en un planteamiento de construir otra sociedad, otro sistema: el socialismo como paso previo a la sociedad sin clases.
Un año más de organización y lucha para Vientos del Pueblo
El presente año para el Movimiento Vientos del Pueblo ha sido muy importante, tal vez el más importante desde nuestra conformación como organización, ya que a pesar del intento corporativo del gobierno y su ataque permanente a los sectores populares, nosotros desde nuestros frentes de lucha hemos continuado en un crecimiento contínuo tanto a nivel teórico como práctico. Siempre sustentados en los tres principios básicos de nuestra organización: independencia, auto-gestión y trabajo popular. Es así que a nivel barrial, cultural, estudiantil y obrero, nuestra acción continúa consolidándose a través de procesos organizativos que pretenden generar una corriente revolucionaria nueva, que de un salto cualitativo a las necesidades de luchan y organización en nuestro país.
En el plano barrial, el trabajo de varios años del movimiento ha dado resultados muy satisfactorios. Este año se conformó la Asociación de Centros Culturales Arte y Libertad, que agrupa a los Centros Culturales Arte y Libertad -independientes y autogestionados- presentes en siete barrios; además de la publicación de la revista LA CHISPA; y la realización de la Primera Asamblea y Segunda Integración de los CCAyL. Los Centros Culturales Arte y Libertad nacen a partir de la acción del Movimiento Vientos del Pueblo en los barrios populares de Quito, labor que inicia hace aproximadamente cinco años. Después de realizar durante algún tiempo varias actividades artísticas, políticas y sociales, el movimiento junto a los moradores del barrio y la gente que se involucró en dicho proceso, deciden crear los Centros Culturales Arte y Libertad, como espacios permanentes de construcción colectiva, conocimiento y lucha. Los Centros funcionan permanentemente, cada semana, y se realizan actividades que van desde talleres artísticos, cines callejeros, pregones, murgas, hasta conversatorios políticos.
En el plano estudiantil las labores de propaganda permanente se han asentado, especialmente en colegios a través del Quimbolotov y la organización de debates. En el sector universitario planteamos la constitución de un movimiento universitario nuevo, que rompa con el control, gobiernista y la mafia oportunista. Además se realizaron varias actividades de discusión; propaganda: pintas, stencils, periódicos murales, boletines; una campaña de trabajo popular voluntario; y un concierto en el hemiciclo de filosofía de la UCE que estuvo lleno y fue un evento político y cultural diferente.
En los sectores obreros las escuelas sindicales y las labores de propaganda y agitación han sido permanentes. Además de participar en el Primero de Mayo con una murga combativa llena de banderas y consignas. Se realizó tambien, en Chimbacalle, la primera edición del concierto: Noviembre Proletario, Un Grito Revolucionario, con excelentes resultados.
En el plano de comunicación este año lanzamos nuestra página web www.movimientovientosdelpueblo.org; y publicamos varias ediciones de ConCiencia Revolucionaria, Quimbolotov y Proletaria Voz. Además de más de 21 radios populares en los barrios de Quito y dos radios populares en Chillogallo.
En cuanto al debate se realizaron los foros sobre la educación como mercancía; la revolución rusa; y sobre el socialismo del siglo 21. Además de la lectura del testamento 2011 en la Casa de la Cultura Rebelde. Además se realizó la 2da Escuela Política Popular que generó importantes resultados en cuanto a debate y vinculación con la práctica social de los asistentes.
¡Revolucionando la consciencia, evolucionando mediante la acción, Soplan Vientos del Pueblo para la Organización Popular!
El MOVIMIENTO VIENTOS DEL PUEBLO Y
LA ORGANIZACIÓN CULTURAL VOCES DE LIBERTAD
TESTAMENTO 2011
(No me extrañarán, entonces)
Jaime Guevara
En medio de mil dolores
me han tirado aquí a mi lecho
y me culpan de los hechos
de que otros fueron actores.
Que nadie tenga rencores
si es que más de un desengaño
les causé en mis travesaños
o algún estremecimiento.
¡Dejo aquí mi testamento:
Dos Mil Once soy el año!
Han puesto en esta vereda
sobre un tablado una silla:
me rompí la rabadilla,
produje una polvareda.
Amenacé su moneda
y a muy sórdidas potencias
hice rozar la indigencia,
derroqué a varios tiranos.
¡Y aunque otros metieron la mano:
no quiero más insolencias!
¿Ya llegó el Señor Notario?
Que agarre pluma y papel:
Una torre de Babel
resultó mi calendario.
O bien un escapulario
de sismos, guerras y abusos,
un laberinto confuso
los colocó en su lugar.
¡Y a quien comía caviar:
heridos, muertos, contusos!
Que conste primeramente
que muchos son los cegatos
que votan por candidatos
como fans adolescentes.
Luego ellos clavan sus dientes
en el cuello y el bolsillo
y luego, tal como pillos,
parten volando a la fuga.
¡Que al nuevo sol que madruga
no lo tapen sus ladrillos!
Comienzo por la corona
de los reyes de este mundo
que tambaleó en un segundo
sobre su propia persona.
Sus riquezas una zona
de peligro resultaron
y aquella región de avaros
de Unión Europea y USA
se encontró patidifusa.
¡Voy a hablar las cosas claro!
Resulta que el paraíso
del bienestar y el consumo
era apenas como el humo
del dólar, al euro sumiso.
Pero no tenía piso,
sólo números, maromas.
Yo les dejo como axioma:
“Su riqueza es ilusión
que les dejó sin calzón
y es putrefacto su aroma”.
Fue de una forma indolente
cómo sus turbios banqueros
sobre el pueblo pretendieron
desquitarse con la gente.
Pero ese pueblo insurgente
erupcionando indignado
se indignó por todo lado
en lucha que aún prosigue.
¡Que a esa población abrigue
el triunfo sobre el Estado!
“Me gustan los estudiantes”
lo dijo bien la Violeta:
en Chile hoy son los profetas
de una rebelión constante.
Y de ella fue el detonante
la insólita pretensión
de hacer de la Educación
un privilegio de ricos.
¡Aplausos para los chicos,
para el gobierno un chichón!
Hablando de los cantores,
cómo no hablar del Facundo
a quien mató aquel inmundo
disparo de unos “señores”.
Mienten que los agresores
a otro echaron sus balas
pues yo sé que en Guatemala
la derecha es criminal.
¡Mi estrecho abrazo a Cabral
que aún sus versos propala!
Con un tsunami y un sismo
la Madre Naturaleza
a Japón con gran dureza
lo lanzó en profundo abismo.
La riqueza un espejismo
es frente a la Madre Tierra
pero el hombre le da guerra
con centrales nucleares.
¡Que a esos ingenios mortales
controlen más porque yerran!
A propósito, el Gobierno
pretende con minería
engordar la economía
pero a costa de un infierno.
Junto al terruño materno
infectarían el agua
pues muy malos planes fraguan
aún contra el ser humano.
¡Llucsi de aquí con sus manos
que sólo traen sus plagas!
Pero ahora es un delito
protestar por estas cosas
sobre todo si es que rozas
intereses de algunitos.
Aunque él juraba, y a gritos
que iba a defender la tierra
hoy más de una petrolera
siembra en la jungla calvicie.
¡Que Su Majestad me enjuicie:
no me causa tembladera!
Él se inventó una consulta
con diez preguntas tramposas
que incluía entre otras cosas
la tauromaquia y resulta
que al resultado lo insultan
los ediles y su Alcalde.
Hoy la tortura es un balde
de sangre sobre la arena.
¡A ellos dejo por condena
que ya nadie les respalde!
Luego de nombrar beato
a Mister John Paul Segundo,
Bededicto el iracundo
ex nazi, dio un alegato.
Dijo: “No hace mucho rato
que la pedofilia es mala;
por tanto desde la escuela
venid a mí, muy tranquilos”.
¡Su Santidad Cocodrilo
tenga en su boca viruela!
Par de nuevas pequeñeces
que han patentado nombrar
y son: “Prohibido olvidar”
o mencionar “30 – S”.
Cuando el ego se les crece
a los que están en Palacio
piensan mucho más despacio
de lo que sueltan la lengua.
¡Por su culpa es que le menguan
veinticinco y más reacios!
“Prohibido olvidar” amplío
porque en la “Reinvolución
Citadina” hay represión
que parar por fin ansío.
Aquí el Édison Cocíos
por un bombazo está en coma
y a campesinos, no es broma,
contestan balas en cambio.
¡Con mi corazón en Yambo
latiendo en otras personas!
La llamaron “Primavera
Árabe” como si flor
fuese la sangre, el sudor
y el llanto sobre la acera.
¡Qué crueles son las fieras
por preservar su mandato!
¡Pero además, fue insensato
cómo la OTAN bombardeó
y a ese pueblo masacró
por petróleo más barato!
No se vio en “Los más buscados”
la foto, el alias ni el nombre
de los gentiles prohombres
que Ecuador han gobernado.
No vi al que más ha robado
ni al que produjo más muerte
ni al torturador más fuerte
ni al que escapó por el miedo.
¡Mi herencia es un largo dedo
que indique su triste suerte!
Y hablando a mi propio modo
el Dahik volvió a la vida
por petición exclusiva
del man que decide todo.
Dizque por limpiarse el lodo
y “demostrar su inocencia
pues su vicepresidencia
fue un modelo de eficacia”.
¡Recuerdo y no me hace gracia
a su opaca transparencia!
Fue una preciosa postal,
una gráfica de encanto
ver a Correa y a Santos
en pareja sin igual.
Santos traía un fecal
olor por lo de Angostura;
y su colega la dura
prepotencia y las cadenas
con anunciadas condenas
a quien a sus pies no jura.
La cereza del pastel
fue en este año la sazón
de la Real Corrupción
del Rey de España y su miel.
Mientras Europa en cruel
angustia va al desempleo
él estaba en algo feo
en la caja de caudales.
¡Siempre coronas reales
adornan a un fariseo!
Preparen ya la canela
y que esté bien calientita,
no me joroben la pita
y no me apaguen la vela.
A quien le calce la tela
y le queden bien los guantes
es mejor que se los chante.
¡Vengan muy sexis mis viudas
y haya jolgorio sin duda
hasta que el cuerpo me aguante!
Bueno, me voy para siempre:
no es mi culpa si mi herencia
a más de la delincuencia
es gran consumo en diciembre.
Que luchen muy bravamente
pues sé que vienen veloces
los impuestos más feroces
con despidos y engaños.
¡Dos Mil Once no me llamo:
viva el año Dos Mil Doce!
¡Revolucionando la consciencia, evolucionando mediante la acción,
Soplan Vientos del Pueblo para la organización popular!
martes, 20 de diciembre de 2011
¿oleada progresista o reestructuración burguesa?
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miércoles, 30 de noviembre de 2011
SE REALIZÓ CON ÉXITO EL FESTIVAL ¡NOVIEMBRE REVOLUCIONARIO, UN GRITO PROLETARIO!
Este domingo 27 de noviembre del 2011 se realizó el Festival Artístico ¡NOVIEMBRE REVOLUCIONARIO, UN GRITO PROLETARIO! buscando recuperar la memoria histórica del proletariado y las clases explotadas de nuestro país con una fecha que enaltece los procesos de lucha y organización, de unidad y combate, de solidaridad y anticapitalismo, y que se opone rotundamente a las podridas prácticas de las burocracias sindicales que bailan al compás de los partidos reformistas y el estado burgués vendiendo los derechos de los trabajadores. Dicho evento fue realizado mediante el aporte de cada organización, destacando y enalteciendo los principios de independencia y autogestión, combatiendo, rechazando y denunciando el afan corporativista del gobierno actual y de las organizaciones vendidas que aceptan dinero del Estado burgués, de las ongs o de los empresarios capitalistas. El pueblo organiza sus eventos con el esfiuerzo y trabajo de su gente, no con las migajas que se les caen de la mesa a los explotadores.
El evento resultó un gran éxito, tanto a nivel artístico como político. Un festival donde cada grupo aportó con un mensaje de lucha y organización, y donde los discursos de las organizaciones fueron claros en manifestar su oposición al Estado burgués y al gobierno verde-agua, afirmando la necesidad de crear un torrente nuevo de lucha en nuestro país.
Un fuerte abrazo a todos los que participaron en el Festival Artístico ¡Noviembre Revolucionario, Un grito Proletario!. Una Gran Fiesta Popular que contó con la presencia de artistas comprometidos con las luchas del pueblo y con nuevos jóvenes artístas que surgen con el impulso de generar conciencia, compromiso y lucha constante; este es el incio de una generación renovada plegada a las luchas del pueblo!! A encender la chispa del cambio: construyendo una nueva corriente cultural con base popular!! Agradecemos el respaldo de todos quienes se presentaron, sin cobrar un sólo centavo, afirmando así el compromiso del artista con la causa del pueblo. Agradecemos a los camaradas: Jaime Guevara, Eclipse Solar, Mortal Decision, Guitarra Combativa, Sonata Protesta, La Brigada (Hip-Hop), Édgar Espinosa, Damián Criollo, Seres de Wanchaka, Amacecer Andino, Paulo Carrión y Noviembre 15.
Atentamente;
Asociación de Centros Culturales Arte y Libertad
Brigada Obrera Revolucionaria
Movimiento Vientos del Pueblo
Voces de Libertad
Comunicado conjunto de las organizaciones por un NOVIEMBRE REVOLUCIONARIO
Como respuesta al falso discurso “revolucionario” del gobierno de Correa con el que se pretende ocultar la crisis económica por la que atraviesa nuestro país, e intenta disfrazar su política burguesa y por ende anti popular. Al conmemorar un Aniversario más de las luchas gestadas en noviembre de 1922, la Asociación de Centros Culturales Arte y Libertad, Voces de Libertad, Vientos del Pueblo y la Brigada Obrera Revolucionaria reivindican el 15 de noviembre de 1922 como el día de la dignidad de las clases explotadas ecuatorianas. Día en que el movimiento obrero ecuatoriano irrumpió en la escena política como propulsor de las transformaciones sociales.
Desde aquel momento en que se evidenció la fuerza política de los trabajadores ecuatorianos, los privilegios de capitalistas y terratenientes corrían el peligro de desaparecer. Entonces, los parásitos de la sociedad sintieron la necesidad de destruir la organización obrera, utilizando los medios más variados: reprimiendo a sangre y fuego las manifestaciones de los trabajadores (Guayaquil, 15 de noviembre de 1922; Hacienda Leito-Tungurahua 13 de septiembre de 1923; Masacre en el ingenio AZTRA, 18 de octubre de 1977, etc.); infiltrando a representantes de las clases dominantes en las organizaciones obreras para corromper a sus dirigentes; usando al reformismo y revisionismo para confundir a los trabajadores, romper el principio de independencia de clase e incluirlos en el circo electoral, legitimando la “democracia” burguesa, como forma de gobierno de los explotadores; o, como actualmente sucede, gobernando con un discurso “revolucionario” mientras asestan golpes contundentes a la organización popular y criminalizan la protesta social.
Hoy, como en aquella época –guardando las debidas distancias-, la crisis económica mundial la sufrimos los trabajadores en todo el mundo y nuestro país no es la excepción. Las “medidas económicas de austeridad”, reformas tributarias, leyes laborales que aumentan el margen de explotación, despidos de miles y miles de compañeros, incremento de los precios de los víveres, congelamiento de los salarios, extractivismo, recrudecimiento de la protesta social y la criminalización de la misma con el estigma de “terrorismo", muestran la profundización de las contradicciones existentes en la sociedad capitalista y los antagonismos entre quienes producimos la riqueza de la sociedad y quienes viven del trabajo ajeno; y, evidencian, no solamente la crisis económica como tal, sino la decadencia del sistema en general. ¡Los capitalistas tiemblan! ¡Ya no saben cómo ocultar sus riquezas arrebatadas a los trabajadores mediante la explotación durante siglos!
Adobe SystemsAdobe SystemsPor ello, además de recordar la historia, retomaremos el estandarte de lucha clasista de los compañeros caídos en noviembre de 1922, que ante la injusticia, el hambre, la codicia, la explotación y la opresión, decidieron elevar su voz de protesta. Ahora, con las enseñanzas del pasado y las esperanzas en el futuro, la nueva generación de obreros y campesinos pobres, nos organizaremos y lanzaremos nuestro grito de rebeldía contra el capital y construiremos una sociedad sin explotación. En dónde el fruto de nuestro trabajo se refleje en la satisfacción de nuestras necesidades y no el bolsillo de unos cuántos explotadores (capitalistas y terratenientes). Por eso, en noviembre revolucionario ¡UN GRITO PROLETARIO!
Asociación de Centros Culturales Arte y Libertad
Brigada Obrera Revolucionaria
Movimiento Vientos del Pueblo
Voces de Libertad
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domingo, 20 de noviembre de 2011
PROFECIUM - EL SANTUARIO ( 1995)
EN VIVO LA BANDA ARGENTINA DE CULTO.......BLACK METAL ROJO!
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